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Sonhos para 2014

sonharTodos nós ao terminar um ano corrente, fazemos planos, traçamos metas a serem alcançadas em nossas vidas.

Paralelamente, entre amigos, vizinhos, parentes e colegas de trabalho separamos o joio do trigo e os que nos são prejudiciais, procuramos deletar de nossas vidas e rotina diária nos afastando pouco a pouco deles.

Outros que muitas vezes conhecemos há apenas poucos meses já se tornam tão importantes para nós quanto um familiar consanguíneo de 1 ° grau.

Mas quem de nós faz projeções, planos e metas para um mundo melhor?

Este post é sobre isso, sobre o que a minha pessoa e autor deste blog deseja para o Brasil e para o mundo.

É claro que terá coisas que os que lerem concordarão, e outras que discordarão por completo, mas é apenas um ponto de vista, uma opinião, nenhum blogueiro quer ser o dono da verdade, ele quer apenas trazer a tona o que pensa, o que sente e como vê as coisas ao seu redor.

Os meus sonhos para o próximo ano são:

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O pior artista do ano mas que brilha como ouro…

anitta_sensualiza Desde que começei a acompanhar música assiduamente, vi muitos artistas produzidos pela mídia em diversas áreas musicais, podemos citar o Linkin Park no mundo do rock, a Britney Spears no mundo do pop, 50 cent no mundo do hip hop, ou artistas que tiveram um começo brilhante e hoje em dia trocaram a dignidade musical por segurança financeira como o Titãs que hoje em dia é uma banda de mpb pagando de roqueiros, ou uma Mariah Carey que cantava com muita sinceridade e romantismo na voz e que hoje faz um R&B meladissimo e um pop sem graça e despretensioso, mas eu nunca antes tinha visto na vida tanto jabá, tanto marketing em cima de uma cantora que reconheço ser muito bonita e atraente e que tem um ótimo figurino para os shows, mas a voz…, o canto…, as respostas “intelectualizadas” nas entrevistas…

Sim estou falando da senhorita e cantora Anitta, eu que não sou de sentar no sofá para assistir TV aberta acho que a vi na Rede Globo no mínimo umas 15 vezes ao ver minha mãe assistindo esta emissora. Ícones incontestáveis da música brasileira como uma Ivete Sangalo, ou mesmo esses sertanejos com carinha e bondade de ursinho de pelúcia aclamado pelo público feminino (Luan Santana) mesmo estes não tiveram nem metade das aparições que a Anitta teve neste ano na mídia.

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A voz da arte e dignidade musical: Lobão – Lino, Sexy & Brutal

A voz da arte e dignidade musical versus o jabá elegante e forçosamente charmoso dos algozes da música que um dia se colocaram como heróis através da Tropicália.

Caetano, Gil, Buarque e João Gilberto, assistam esse show e passem a produzir música honestamente.

Dedico também ao povo inebriado pelo breganejo, pelo axé e pelo funk da periferia, porque música é arte, poesia e engajamento cultural e político sem demagogias da esquerda e nem conservadorismos da direita!


Alice in Chains – Black gives away to blue (2009)

 

AIC - formação atualNesta seção dedicada ao retorno de bandas de rock até então desacreditadas pela crítica e público quanto a sua qualidade e valia nada mais sensato e justo começar por essa banda que foi a segunda mais bem sucedida em vendas e execução nas rádios do Grunge e que só não alçou voos maiores no sentido de ser a melhor banda de rock dos anos 90 por causa do grave envolvimento que os membros tiveram com heroína, o que acabou levando o seu vocalista Layne Staley ( um dos maiores cantores que o rock teve ) a morte.

A banda que em sua formação original conciliava o peso de Black Sabbath com a técnica hard rock nos solo de bandas como Van Halen através da guitarra de Jerry Cantrell e liderados por um cantor de timbre de voz incomum e alcance vocal nas oitavas muito acima dos demais cantores de rock daquela época, que cantava sobre morte, impotência diante do vício, barbáries da guerra e depressão por falta de motivação para viver num hard metal técnico e elaborado oras mesclados com músicas acusticas melancólicas de complexas harmonias.

Desde o terceiro e último álbum de estúdio com Layne Staley vivo de 1995 auto intitulado com o nome da banda até o quarto álbum de retorno Black gives away to blue, com o novo vocalista William Duvall em 2009, Layne se confinou no vício de 1997 até a inevitável morte em 2002 e Jerry Cantrell lançou dois albuns solos excepcionais de 1998 à 2002, até que os remanescentes voltaram a tocar ao vivo em 2004, testando vários vocalistas e analisando se deveriam continuar como Alice in Chains ou formar outra banda e conceito musical, eles efetivaram Duvall como vocalista oficial em 2007 e dois anos após lançaram este álbum voltando a ativa oficialmente.

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Jonny Lang – Fight for my soul

jn_fightformysoulQuem estiver lendo esta postagem pode estar perguntando a si mesmo? Quem é esse tal de Jonny Lang que nunca ouvi falar na vida?

Jonny Lang é um cantor e guitarrista virtuoso que começou sua carreira aos 14 anos de idade fazendo um disco de cover (Smoking – 1995) de grandes mestres do blues como Gary Moore e Robert Johnson entre outros. No segundo álbum que lançou aos 16 anos de idade (Lie to Me – 1996) tem algumas músicas de autoria própria como as clássicas Lie to Me (petardo rock n’ roll) e Miss your Love (a primeira balada de sucesso de outras tantas que vieram depois) e o magistral blues Darker side. A consagração veio no terceiro álbum (Wonder this World – 1998) com o grande sucesso romântico Breakin ‘ Me e o rockasso Still Rainin, e com outras canções como a inspiradíssima faixa título, Walking Away (outras grande balada) e a maravilhosa versão de Cherry Red Wine do bluesman Luther Alisson.

O quarto álbum (Long Time Coming – 2003) é um disco de rock romântico que tem a participação de Joe Perry (Aerosmith) na guitarra base com os sucessos Give me up Again e Red Light, além de grandes canções como Goodbye Letter, Happiness and Misery (com gaita  harmônica de Stevie Tyler – Aerosmith), Hide to love e Dying to live. Depois de um período conturbado com envolvimento com drogas e posterior recuperação e mudança de crença religiosa Católica para a Igreja Batista, Jonny Lang conhece a fundo a música negra no que concerne a música soul e o funk americano e volta a tona com o quinto álbum (Turn Around – 2006) um álbum de soul music com elementos de rock, blues, jazz e r & b, onde ele deixa de ser apenas um virtuose da guitarra para se tornar um músico completo que explora e navega em variados estilos musicais fundido numa música única, este disco ganhou o Grammy de melhor disco Gospel de 2006, destaque para as canções Turn Around, My Love Remains, Only a Man e Last Goodbye (jazz romântico lindíssimo).

Ao longo de sua carreira, abriu show para lendas do blues como Buddy Guy (inclusive gravou Midnight Train em parceria) B.B King, Blues Traveler, abriu show também para bandas clássicas do rock como Rolling Stones e Aerosmith. Também já tocou com Jeff Beck, Sting e Eric Clapton, ele participa regularmente do projeto Jimi Hendrix Experience onde um conjunto de grandes guitarristas do rock e do blues interpretam clássicos do Jimi Hendrix, também já tocou várias vezes com o Double Trouble, banda do lendário e falecido Stevie Ray Vaughan interpretando suas canções. Além de sua genial técnica musical, sempre impressionou os ouvintes e críticos pelo seu timbre de voz e técnica vocal incomum, pois aos 15 anos já cantava como um bluesman de 50 anos de idade.

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