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admin

Melody Gardot – Baby I’m A Fool – live

Melody Gardot, é uma cantora e compositora de jazz norte americana.

Suas influências musicais passam pelo blues e jazz de Janis Joplin, Miles Davis, Duke Ellington e George Gershwin.

Da musica latina, ouve muito Stan Getz e Caetano Veloso.

Sua carreira, começou de forma bem inusitada e agonizante, pois foi devido a um grave acidente que lhe deixou diversas sequelas físicas.

Foi aconselhada pelo seu médico a dedicar-se a música como forma de terapia e escape a dor, como pela suas condições estava impossibilitada de tocar piano (seu principal instrumento), aprendeu e se aprimorou na guitarra.

Neste periodo de tratamento, ela compôs suas primeiras musicas que geraram um EP, que seria a base de seu primeiro album.

Melody tem um jeito de tocar e cantar muito peculiar, onde foca mais na melodia do que na técnica impressionante de Diana Krall ou Nina Simone.

Quem ouve Melody pela primeira vez, consegue ver um lado positivo e bonito nas canções e letras tristes e que te enriquece como ser humano.

Melody tem 4 discos de estudio e dois EP,s:

Álbuns de estúdio

2008- Worrisome Heart
2009- My One and Only Thrill
2012- The Absence
2015- Currency of Man

EP

2005- Some Lessons: The Bedroom Sessions
2009- Live from SoHo

Por ela ser um exemplo não só de talento, mas principalmente de superação, hoje ela é a artista da vez na nossa sessão Jazzmania.

Confira abaixo um dos seus maiores sucessos em versão ao vivo:

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Kiss – Rock And Roll All Nite (live acoustic)

Um dos clássicos mais emblemáticos do rock n’ roll numa versão Deluxe:

Totalmente acústica, e com todos os membros que passaram pela banda sem as máscaras maquiadas.

Uma sinfonia hard rocker com duas baterias, dois baixos e dois violões e todos cantando “rock n’ roll toda a noite” por que o rock não tem hora para acabar.

O que eu mais gosto do KISS é essa energia e êxtase de suas músicas sem firulas, solos mirabolantes ou músicas enormes, simplesmente eles fazem o velho e bom rock n’ roll básico.

Confira abaixo esse grande momento da banda:

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R.E.M. – Drive

Costumo dizer que o rock dos anos 80 tem dois grandes gigantes:

Um deles, fácil de ser adivinhado é o U2, agora qual seria o outro gigante?

Para muitos pode ser o Guns n’ Roses, ou ainda o Depeche Mode o New Order que de fato foram grandes sensações dos anos 80.

Mas eu prefiro dizer que o segundo gigante é o REM.

Neles há a essência do folk rock desde Bob Dylan até Neil Young só que com guitarras distorcidas e cruas muito características do rock alternativo, que viria a explodir na década seguinte.

Poderíamos dizer também que o REM foi uma grande influência de Pearl Jam e Creed.

A banda nos seus 31 anos de carreira (1980 à 2011) emplacou dezenas de hits e clássicos do rock e lançou 15 álbuns de estúdio.

Drive faz parte do disco Automatic for the People (1992). Confira abaixo este grande clássico:

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Depeche Mode – Soothe My Soul (Live on Letterman)

Você já ouviu um punk eletrônico?

Você pode estar pensando: esse cara pirou de vez.

Mas isso é perfeitamente possível com o Depeche Mode.

Dave Gahan, antes do sucesso com sua banda, era visto no final dos anos 70 na cena punk da Inglaterra, inclusive andava muito junto com John Lydon, vocal dos Sex Pistols.

Neste som, do álbum Delta Machine, você sente a vibração punk, não propriamente no ritmo, mas sim na energia primitiva que a música passa.

Muitos amam Depeche Mode enquanto outros muitos odeiam.

O que ninguém pode negar é que elas são patrimônio e uma referência absoluta de toda a geração rock de bandas dos anos 90, que no ápice da carreira do Depeche Mode, eram adolescentes e ou recém adultos querendo mudar o mundo.

Confira essa sonzeira logo abaixo:

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Van Halen – Humans Being

De todos os pertardos hard rock dessa banda, a mais pesada e furiosa de todas é esse som.

Faixa extra do The Best Of Van Halen volume I, é também a última faixa gravada com Sammy Hagar no vocal.

Que me perdoe os fans que preferem David Lee Roth, mas o mesmo não tem gogó suficiente para cantar essa paulada hard rocker.

Com Sammy Hagar o Van Halen viveu sua melhor fase, alcançando os primeiros lugares das paradas a cada novo lançamento de disco.

Com David Lee Roth o Van Halen acumulou mais clássicos do rock, mas com Sammy Hagar o som do Van Halen é muito mais enérgico e rock n’ roll é sinônimo de energia.

Confira abaixo, esse sonzaço na íntegra:

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Motorhead – Ace Of Spades (Official Video)

Banda lendária do heavy metal, que iniciou suas atividades em 1975 e lançando o seu primeiro disco oficial e homônimo em 1977.

Frequentemente citados como pioneiros do speed metal e do trash metal, Lemmy Kilmister (baixista, cantor, compositor e líder da banda) preferia dizer que o Motorhead era simplesmente uma banda de rock n’ roll.

O fato consumado, é que podemos dizer que a música deles é a mistura de Black Sabbath (peso e técnica) com Ramones (velocidade e sonoridade crua).

Apesar de não ser uma banda acostumada aos primeiros lugares da rádio, é tida pelo público do metal e do punk como uma lenda do rock.

Infelizmente o Motorhead foi obrigado a findar sua carreira por causa da morte de Lemmy em 2015, após 40 anos de estrada e 22 discos de estúdio lançados.

Confira abaixo o maior sucesso e clássico deles lançado em 1980:

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Pixies – Debaser (Official Video)

O Pixies é uma banda norte americana oriunda de Boston, formada em 1986 por Black Francis (vocal e guitarra base), Joey Santiago (guitarra solo) Kim Deal (baixo e backing vocal) e Dave Lovering (bateria). Em 2013 Kim Deal deixa o grupo e a baixista Paz Lenchantin assume o contra baixo.

Grande influência de bandas do grunge como o Nirvana e Pearl Jam e também da mega banda alternativa Smashing Pumpkins, o Pixies é uma referência absoluta no rock alternativo.

Apesar de possuir apenas um hit radiofônico (here comes your man), o Pixies tem um público consolidado na Europa ficando entre os primeiros lugares com o disco BossaNova (1990) nas paradas britânicas.

A canção de hoje é do disco clássico da banda chamado Doolittle, consagrado entre a crítica e o público.

Na temática das canções, as letras são baseadas em OVNI’s, surrealismo, instabilidade mental e referências bíblicas.

Confira então Debaser um dos maiores petardos rocker da banda:

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Johnny Lang – Breaking Me (Live in Montreux 1999)

A característica principal de Johnny Lang no começo de sua carreira era a forma rasgada e distorcida que tocava blues.

Com o passar do tempo e do lançamento do seu terceiro trabalho no ano de 1998, Johnny faz um álbum híbrido meio blues e meio rock n roll, e entre vários petardos rocker tem essa belíssima balada romântica e que de longe é um dos seus maiores sucessos, talvez o maior de todos.

Breaking Me é uma canção intensa, que expressa a dramaticidade e desespero de quem está perdendo o grande amor de sua vida (coisa que senti na veia, também perdi o grande amor da minha vida no embalo dessa canção)

Enfim, uma canção que emociona no âmago da alma e com muito mais energia e feeling dos que as manjadas baladas românticas de Bon Jovi e Aerosmith.

Confira abaixo e bela canção sobre perda de quem ama:

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Smashing Pumpkins – Gish (1991)

Gish é o album de estreia da banda que viria a ser alguns anos depois a mais alternativa e psicodélica dos anos 90, ao fazer a fusão de rock alternativo com hard metal dentro de um universo dark.

No ano de lançamento o album passou batido pela grande mídia, tendo em vista que neste ano bandas como Nirvana e Pearl Jam estavam no auge do sucesso com os respectivos discos Nevermind e Ten.

Mas mesmo assim, Gish tem sua grande parcela de contribuição pois influenciou outras grandes bandas do rock dos anos 90, em especial a sonoridade dos dois primeiros álbuns do Placebo.

Como hits, podemos citar I am One, Siva, Rhinoceros, e Daydream, está cantada pela baixista D’arcy.

O disco mostra também um promissor Jimmy Chamberlain nas baquetas, sendo atualmente o mesmo frequentemente citado entre os maiores bateristas de todos os tempos do rock.

Gish era uma boa amostra do quanto os anos 90 traria de volta a energia e atitude para o rock, algo que ficou meio perdido no rock dos anos 80 com muitas bandas se embrenhando nos sintetizadores e deixando as guitarras de lado.

Confira abaixo o som desse disco clássico e histórico:

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AC/DC – The Jack (from Live at River Plate)

Esse é o AC / DC que todos nós gostamos.

Não, não estou falando da época do Bon Scott e sim a formação clássica com o nosso saudoso Brian Johnson.

E Angus Young é um espetáculo a parte com e principalmente SEM  a guitarra, assistam e entendam o porque de eu dizer isso.

Bons tempos do AC / DC e não essa versão atual estranha e contraditória com Axl Rose quebrando o galho nos vocais.

Assista a baixo mais de dez minutos do melhor do blues feito por uma banda de hard rock.

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