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Discos históricos

Seção do blog que comenta sobre os discos que marcaram épocas e gerações.

Smashing Pumpkins – Adore (1998)

adoreNuma época (1998) onde todas as bandas e artistas de rock estavam com pé forte na música eletrônica, Garbage, REM, U2, Lobão como alguns exemplos a serem citados, o Smashing Pumpkins vinha de uma grandiosa e também traumatizante turnê do multi platinado Mellon Collie and the Infinite Sadness, onde a grande baixa tinha sido a saída de Jimmy Chanberlain por problemas com abuso de drogas.

Billy Corgan se via então sem a sua alma músical nas baquetas e ainda passava um momento pessoal muito difícil (sua mãe com quem teve um convívio muito conturbado estava em estado terminal de câncer e acabara de findar o seu casamento), Billy já vinha dizendo desde a morte de Kurt Cobain que o rock estava morto e que o sucessor de Mellon Collie seria sobre músicas soturnas e com uma volta a forma de se compor música antes do advento do rock n’ roll e do blues.

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Audioslave – Audioslave (2002)

Audioslave2002

Era o ano de 2002. Naquela época ligávamos na MTV Brasil e o que se via era um monte de boy band e cantoras pop belíssimas de talento muito duvidoso, a única grande revelação do momento no rock era o The Strokes mas que não inovava em nada o rock n’ roll, apenas copiava de forma mais melódica o estilo de som do The Stooges (a banda pai e precurssora do que viria a ser o punk rock no final dos anos 70).

Num belo dia vejo tocar na MTV Brasil uma banda com o vocalista do findado Soundgarden e com os músicos do findado Rage Against the Machine. Eis que surgia ali a maior e melhor banda de rock da década 2000, mesmo com uma carreira de apenas 5 anos de duração.

Formada por Chris Cornell, (vocal e guitarra), Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo e backing vocal) e Brad Wilk (bateria). O Audioslave além de ter influência das bandas antecessoras de seus integrantes, bebia do grunge em geral como influência musical mesclando especificamente nas guitarras com o som hard rock dos anos 80, só que com menos esbanjamento técnico e mais peso e vigor no som, caracterizando um hard metal pós – grunge bem peculiar.

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Marina Lima – Marina Lima (1991)

marina-lima_1991

 

Ela e Eu 

Há flores de cores concentradas
Ondas queimam rochas com seu sal
Vibrações do sol no pó da estrada
Muita coisa, quase nada
Cataclismas, carnaval

Há muitos planetas habitados
E o vazio da imensidão do céu
Bem e mal e boca e mel
E essa voz que Deus me deu
Mas nada é igual a ela e eu

 

Esse é o começo do disco Marina Lima de 1991 ainda a capella, somente voz e poesia (escrita por Caetano Veloso) . Infelizmente não vemos algo assim tão lindo sair da boca de uma Ivete Sangalo, Claúdia Leite, Gaby Amarantos da vida, nem mesmo de Paula Fernandes que apesar de boa cantora e violonista ainda tem que caminhar muito para chegar neste nível.

 

O disco segue com Grávida, letra composta com Arnaldo Antunes (ex – Titãs), uma letra de metáforas e linguagem figurada, mas que no vocal de Marina se torna tão natural e agradável como uma canção de amor. Na sequência vem a música Criança, uma canção que traz um pop moderno que soa atual até os dias de hoje com um groove sensacional de bateria que sobressai em relação aos instrumentos de cordas, a letra também pop fala descompromissadamente de desvendar caminhos e decifrar segredos para chegar até você.

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Garbage – Version 2.0 (1998)

garbage_2.0

Como primeiro disco internacional a passar pelo crivo crítico do nosso blog eu poderia ter escolhido algum disco clássico do grunge ou do britpop para ser comentado e postado, mas como um fã ávido de rock alternativo e por ter uma grande relação sentimental com essa banda, resolvi então escolher o Version 2.0, segundo álbum da carreira do Garbage.

 

Para quem não conhece a banda, vou dar um leve parecer sobre a mesma. O Garbage é uma banda norte – americana formada em 1994 pelos integrantes e super produtores Duke Ericson (guitarra, teclado e piano), Stevie Marker (guitarra, contrabaixo e teclado), Butch Vig (bateria, samplers e loops) sendo este produtor de bandas como Nirvana, Smashing Pumpkins, Sonic Youth, Foo Fighters, entre outros, completando a banda com a vocalista.Shirley Manson, uma escocesa ruiva de olhos verdes e vocal grave.

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Cazuza – Ideologia (1988)

Album_Ideologia

Quando vemos os jovens de hoje que querem algo melhor do que o Emo ou o Happy Rock, muitos deles vão em busca dos artístas do rock dos anos 80, é assombroso o tanto de pré adolescentes que endeusam e idolatram Renato Russo e o seu grupo Legião Urbana, mas pouquíssimos destes mesmos jovens conhecem a obra do igualmente poeta e grandioso Cazuza que sem sombra de dúvidas foi a grande voz da década de 80.

Artista de vida boemia, que se dizia bissexual, grande parceiro de Lobão em composições musicais e em uso de entorpecentes e que assumiu publicamente em 1989 que era soropositivo do HIV (falecendo no ano seguinte aos 32 anos de idade) ele começou sua carreira musical como vocalista do Barão Vermelho onde emplacou sucessos como Pro dia nascer feliz, Bete Balanço, Ponto Fraco, Por que a gente é assim, Maior Abandonado, outras canções que tiveram menos destaque mas de grande qualidade e valia também como Down em Mim, Blues do Iniciante, Todo amor que houver nesta vida.

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