Tudo sobre música, leitura e opinião de qualidade
Translate blog
Fãs do Facebook

Redes Sociais




Seguidores do Google

Seguidores diHITT

Total de visualizações
  • 36392Total de leituras:
  • 3Leituras de hoje:
  • 4Leituras de ontem:
  • 37Leituras da semana passada:
  • 135Leituras por mês:
  • 23927Total de visitas:
  • 3Visitas de hoje:
  • 4Visitas de ontem:
  • 35Visitas da semana passada:
  • 112Visitas por mês:
  • 4.57Média de visitas por dia:
  • 0Visitantes que estão online:
Nossos Parceiros
Faça parceria conosco!


Calendário
julho 2018
S T Q Q S S D
« jun    
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Lançamentos musicais

Seção do blog com a análise dos principais lançamentos musicais do ano.

Garbage – Strange Little Birds (2016)

Mantendo o seu grande legado dentro do rock quanto a inovação de sonoridade, o Garbage mergulha no universo Dark dos anos 80 bebendo da fonte de Depeche Mode e Siouxie and the banshees fazendo uma explosiva fusão com The Pretenders  e trazendo a tona um álbum icônico mediante a cena medíocre atual de boa parte das cantoras femininas e bandas de rock em cena.

O álbum partiu de duas concepções conforme palavras de Shirley Manson a crítica especializada:

  • Traz uma escuridão no sentido de vulnerabilidade, do quanto em tantas vezes na vida nos sentimos vulneráveis perante relacionamentos ou situações difíceis que temos que enfrentar;
  • A cultura pop musical atual tem uma falsa concepção de vida iluminada, mas no fundo são artistas que mal sabem o significado daquilo que cantam, interpretam ou dançam em suas apresentações ao vivo, estão completamente perdidos como artistas e como pessoas, mas estão ali encenando sua vida e carreira feliz e glamourosa.

slb

Butch Vig diz que realmente não há nenhuma canção feliz, que as músicas entre si travam uma espécie de confronto diante de seus medos e fantasmas e que durante as gravações fizeram questão da voz de Shirley soar o mais natural e potente possível, sem efeitos, mesmo nas músicas há um grande vigor nos instrumentos, valorizando o seu peso (fonte Wikipédia)

Segue a análise faixa por faixa:

Continue lendo a postagem


Jonny Lang – Fight for my soul

jn_fightformysoulQuem estiver lendo esta postagem pode estar perguntando a si mesmo? Quem é esse tal de Jonny Lang que nunca ouvi falar na vida?

Jonny Lang é um cantor e guitarrista virtuoso que começou sua carreira aos 14 anos de idade fazendo um disco de cover (Smoking – 1995) de grandes mestres do blues como Gary Moore e Robert Johnson entre outros. No segundo álbum que lançou aos 16 anos de idade (Lie to Me – 1996) tem algumas músicas de autoria própria como as clássicas Lie to Me (petardo rock n’ roll) e Miss your Love (a primeira balada de sucesso de outras tantas que vieram depois) e o magistral blues Darker side. A consagração veio no terceiro álbum (Wonder this World – 1998) com o grande sucesso romântico Breakin ‘ Me e o rockasso Still Rainin, e com outras canções como a inspiradíssima faixa título, Walking Away (outras grande balada) e a maravilhosa versão de Cherry Red Wine do bluesman Luther Alisson.

O quarto álbum (Long Time Coming – 2003) é um disco de rock romântico que tem a participação de Joe Perry (Aerosmith) na guitarra base com os sucessos Give me up Again e Red Light, além de grandes canções como Goodbye Letter, Happiness and Misery (com gaita  harmônica de Stevie Tyler – Aerosmith), Hide to love e Dying to live. Depois de um período conturbado com envolvimento com drogas e posterior recuperação e mudança de crença religiosa Católica para a Igreja Batista, Jonny Lang conhece a fundo a música negra no que concerne a música soul e o funk americano e volta a tona com o quinto álbum (Turn Around – 2006) um álbum de soul music com elementos de rock, blues, jazz e r & b, onde ele deixa de ser apenas um virtuose da guitarra para se tornar um músico completo que explora e navega em variados estilos musicais fundido numa música única, este disco ganhou o Grammy de melhor disco Gospel de 2006, destaque para as canções Turn Around, My Love Remains, Only a Man e Last Goodbye (jazz romântico lindíssimo).

Ao longo de sua carreira, abriu show para lendas do blues como Buddy Guy (inclusive gravou Midnight Train em parceria) B.B King, Blues Traveler, abriu show também para bandas clássicas do rock como Rolling Stones e Aerosmith. Também já tocou com Jeff Beck, Sting e Eric Clapton, ele participa regularmente do projeto Jimi Hendrix Experience onde um conjunto de grandes guitarristas do rock e do blues interpretam clássicos do Jimi Hendrix, também já tocou várias vezes com o Double Trouble, banda do lendário e falecido Stevie Ray Vaughan interpretando suas canções. Além de sua genial técnica musical, sempre impressionou os ouvintes e críticos pelo seu timbre de voz e técnica vocal incomum, pois aos 15 anos já cantava como um bluesman de 50 anos de idade.

Continue lendo a postagem…


Black Sabbath – 13

220px-Black_Sabbath_13

Este é o final do começo / ou o começo do fim… Este são os primeiros versos do triunfal e emblemático retorno dos pais e precursores do heavy metal com Ozzy Osbourne nos vocais juntamente com Tony Iommi e Geezer Butler após 35 anos da separação em 1978. A ausência neste trabalho é de Bill Ward por divergências em questões contratuais. Em 13 o Black Sabbath não teve a pretensão de fazer um heavy metal moderno e sim resgatar o espírito dos 6 primeiros álbuns da formação clássica e original da banda, conseguindo isso com extremo êxito para  deleite dos fãs. Já na temática das letras entra questões como vida e morte, valores morais corrompidos, desregramento sócio – político – religiosos de um mundo decadente e sem salvação.

Continue lendo a postagem…