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Johnny Lang – Breaking Me (Live in Montreux 1999)

A característica principal de Johnny Lang no começo de sua carreira era a forma rasgada e distorcida que tocava blues.

Com o passar do tempo e do lançamento do seu terceiro trabalho no ano de 1998, Johnny faz um álbum híbrido meio blues e meio rock n roll, e entre vários petardos rocker tem essa belíssima balada romântica e que de longe é um dos seus maiores sucessos, talvez o maior de todos.

Breaking Me é uma canção intensa, que expressa a dramaticidade e desespero de quem está perdendo o grande amor de sua vida (coisa que senti na veia, também perdi o grande amor da minha vida no embalo dessa canção)

Enfim, uma canção que emociona no âmago da alma e com muito mais energia e feeling dos que as manjadas baladas românticas de Bon Jovi e Aerosmith.

Confira abaixo e bela canção sobre perda de quem ama:

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Smashing Pumpkins – Gish (1991)

Gish é o album de estreia da banda que viria a ser alguns anos depois a mais alternativa e psicodélica dos anos 90, ao fazer a fusão de rock alternativo com hard metal dentro de um universo dark.

No ano de lançamento o album passou batido pela grande mídia, tendo em vista que neste ano bandas como Nirvana e Pearl Jam estavam no auge do sucesso com os respectivos discos Nevermind e Ten.

Mas mesmo assim, Gish tem sua grande parcela de contribuição pois influenciou outras grandes bandas do rock dos anos 90, em especial a sonoridade dos dois primeiros álbuns do Placebo.

Como hits, podemos citar I am One, Siva, Rhinoceros, e Daydream, está cantada pela baixista D’arcy.

O disco mostra também um promissor Jimmy Chamberlain nas baquetas, sendo atualmente o mesmo frequentemente citado entre os maiores bateristas de todos os tempos do rock.

Gish era uma boa amostra do quanto os anos 90 traria de volta a energia e atitude para o rock, algo que ficou meio perdido no rock dos anos 80 com muitas bandas se embrenhando nos sintetizadores e deixando as guitarras de lado.

Confira abaixo o som desse disco clássico e histórico:

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AC/DC – The Jack (from Live at River Plate)

Esse é o AC / DC que todos nós gostamos.

Não, não estou falando da época do Bon Scott e sim a formação clássica com o nosso saudoso Brian Johnson.

E Angus Young é um espetáculo a parte com e principalmente SEM  a guitarra, assistam e entendam o porque de eu dizer isso.

Bons tempos do AC / DC e não essa versão atual estranha e contraditória com Axl Rose quebrando o galho nos vocais.

Assista a baixo mais de dez minutos do melhor do blues feito por uma banda de hard rock.

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Cream – Sunshine of your love (live 1968)

Hoje o blog abre espaço para um dos principais grupos de rock dos anos 60 e também considerado pela mídia especializada o primeiro supergrupo do rock n’ roll em termos de técnica musical.

O Cream, formado pelo baterista Ginger Baker (de formação jazzistica) pelo baixista Jack Bruce (o Flea do baixo dos anos 60) e também por um tal de Eric Clapton na guitarra (acho que todo mundo o conhece, não é?) era um grupo de blues rock, que pendia do hibrido blues para o hard rock mais distorcido, que o mundo veria a exaustão com os grupos dos anos 70 que estavam por vir.

Banda de grande influência entre outros monstros do rock como o Led Zeppelin, Deep Purple, Black Sabbath e The Jeff Beck Group.

Infelizmente, a banda durou apenas 3 anos (1966 à 1968) devidos as sérias desavenças pessoais de Baker com Bruce, apesar de que quando estavam em palco um respeitava a habilidade e técnica musical do outro.

Mas o que eu posso dizer é que esses 3 anos trouxeram uma mudança definitiva para o rock, que antes deles tinham como base o rock mais básico dos Beatles, o blues mais raiz dos Rolling Stones e a primeira new wave do rock com os Beach Boys. O Cream trazia para o rock uma energia e peso que não se via nestas outras 3 bandas e junto com Jimi Hendrix tornaram a distorção em patrimônio histórico do rock n’ roll.

Confira abaixo o maior sucesso da banda em versão ao vivo:

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Sheryl Crow – Always on Your Side – live 2006

Sheryl Crow é uma cantora, compositora, multi instrumentista e atriz norte americana que já vendeu 50 milhões de álbuns no mundo sendo 17 milhões no EUA.

Suas influências musicais estão no Folk, Country, Pop e Rock.

Antes de lançar carreira solo como cantora, foi backing vocal de artistas como Eric Clapton, Michael Jackson, Rod Stewart, entre outros.

Teve momentos marcantes também ao dividir o palco com Luciano Pavarotti, Rolling Stones e U2.

Está canção, está no disco Wildflower de 2005, um de seus trabalhos mais pessoais e intimistas.

Confira então abaixo esta grande canção de amor:

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Soundgarden – The Day I Tried To live (Live Download Festival 2012)

No dia 18 de maio deste ano o mundo da música ficou abalado com o súbito e inesperado suicídio de Chris Cornell.

Reverenciado e homenageado desde a cantora jazzista Norah Jones até bandas de heavy metal citando em destaque o Metallica, o mundo ali reconhecia que perdia o maior cantor contemporâneo do rock desde a morte de Layne Staley do Alice in Chains há 15 anos atrás.

Infelizmente, o suicídio e as drogas (em especial a heroína) matou o Grunge, que agora tem com seu único grande representante vivo o Eddie Vedder (Pearl Jam) em termos de vocalistas.

Assim como momentos históricos, a tragédia em forma de overdose ou suicídio sempre acompanhou o rock n’ roll em seus mais de 60 anos de existência.

Pensando em qual música trazer em memória de Chris Cornell, acho que essa balada dele em sua banda original é a que melhor resgata sua lembrança e voz inconfundível. Ouça o som abaixo.

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Sonic Youth – Sunday

Está não é a primeira e mais velha banda de rock alternativo, mas é a soberana absoluta da vertente.

Todas as bandas dos anos 80 e principalmente dos anos 90 beberam da fonte do Sonic Youth.

Psicodélico ao extremo, eles elevam a música a outro patamar dos ditos estilos convencionais do rock como o heavy metal, o punk, o gótico, hard rock…

A crueza dos riffs e a esquizofrenia dos solos de guitarras fazem a pessoa que ouve Sonic Youth adentrar outra  dimensão.

Sinta isso com os seus ouvidos, com essa canção de 2004.

 

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Foo Fighters (1995) – Full Album

Quando o Nirvana acabou, com o suicídio de Kurt Cobain ninguém esperava que dali surgiria outra grande banda de rock americana.

Um ano depois, em 1995 Dave Grohl que era baterista do Nirvana lançou o primeiro álbum do Foo Fighters.

Na época ele gravou todos os instrumentos, bateria, baixo, guitarra e violão, sua primeira amostra ao mundo do músico versátil e talentoso que é até hoje.

Destaque para os hits This is a call, I’ll stick around, Big Me, além das excelentes faixas Good Grief e X-Static.

Confira abaixo o álbum de estréia deles na integra:

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Living Colour – Behind the Sun (acoustic)

Essa banda é uma das minhas de cabeceiras e que sempre estou ouvindo.

Com uma mistura de rock, funk e jazz, o Living Colour sempre faz álbuns muito enérgicos e explosivos.

Mas neste post vemos eles numa faceta pouco explorada que é em som acústico.

Transformaram Behind the Sun que um super hard rock em uma canção pop com apenas um violão e voz.

Confira então no vídeo abaixo a versão acústica da canção.

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BUSH : Letting The Cables Sleep

Letting the Cables Sleep ” é o terceiro e último single do terceiro álbum de estúdio da banda britânica, The Science of Things , lançado em 1999.

Foi o segundo maior sucesso do álbum e pela primeira vez a banda fazia e lançava ao público uma canção de amor.

O álbum em si tem um forte envolvimento com sonoridades eletrônicas, mas sem deixar a distorção e suas veias pós grunge de lado

Os críticos musicais dizem que o Bush traz alguns traços comuns com o Nirvana em suas canções mais rock n’ roll.

O fato é que o Bush apesar de ser uma grande banda, acabou sendo engolido pelo cenário britpop, onde Oasis e The Verve reinavam absolutos nas paradas inglesas.

Confira logo abaixo o vídeo clipe oficial dessa grande canção:

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