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anos 90

Radiohead Idioteque (best live version)

Do disco Kid A do ano de 1999, quando o mesmo foi lançado deixou o mundo boquiaberto e pasmo.

Pois até então o Radiohead vinha de três álbuns de linha comercial, conquistando as rádios de todo o mundo com o terceiro álbum, Ok Computer de 1997, que tinha clássicos absolutos como Karma Police, No Surprises, Paranoid Android, além de pérolas como Exit Music, Let Down, Lucky.

Em Kid A o Radiohead assumia a postura de maior e mais expressiva banda de rock alternativo inglês, o que se confirmou no disco seguinte, Amnesiac de 2001 e dali por diante o Radiohead foi o grande ícone e referencial de tudo que era feito em termos de rock alternativo, estando um patamar acima de Smashing Pumpkins, Garbage e Placebo, e fazendo bandas indies como The Strokes e Arcade Fire comer poeira em termos de criatividade e psicodelia.

Se você conhece essa banda só pelas canções imortais Creep e Fake Plastic Trees, está mais do que na hora de acessar o YouTube e ver a extensa discografia e shows memoráveis deles ao longo da carreira, posso garantir a vocês que será uma viagem que valerá muito a pena!

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Jon Bon Jovi – Every word was a piece of my heart (london 1997)

Quando esse som bombava nas MTV americanas e europeias eu era um mero menino de 17 anos.

Hoje, com o dobro da idade vejo o quão eterna e duradoura é uma boa música.

O artista em si dispensa comentários, Jon Bon Jovi é o sinônimo e expressão exata de como fazer música romântica, não apenas no âmbito do rock mas em todos os estilos em geral.

Dúvida? Confira então:

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Smashing Pumpkins – Adore (1998)

adoreNuma época (1998) onde todas as bandas e artistas de rock estavam com pé forte na música eletrônica, Garbage, REM, U2, Lobão como alguns exemplos a serem citados, o Smashing Pumpkins vinha de uma grandiosa e também traumatizante turnê do multi platinado Mellon Collie and the Infinite Sadness, onde a grande baixa tinha sido a saída de Jimmy Chanberlain por problemas com abuso de drogas.

Billy Corgan se via então sem a sua alma músical nas baquetas e ainda passava um momento pessoal muito difícil (sua mãe com quem teve um convívio muito conturbado estava em estado terminal de câncer e acabara de findar o seu casamento), Billy já vinha dizendo desde a morte de Kurt Cobain que o rock estava morto e que o sucessor de Mellon Collie seria sobre músicas soturnas e com uma volta a forma de se compor música antes do advento do rock n’ roll e do blues.

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As cinco melhores canções POP dos anos 90

Quando uso o termo melhores pop’s dos anos 90, todos devem pensar no girl power das Spice Girls, ou da princesinha inglesa do pop Britney Spears, ou mesmo nas Destiny Child ou Jennifer Lopez, mas a resposta é NÃO, não é pra falar do pop fabricado da MTV e sim do POP que é feito por quem entende do estilo. Então vamos para o TOP FIVE POP ANOS 90 do blog Cultura de Atitude:

1 – Madonna – Erótica

Madonna já era consagrada como rainha absoluta do pop e inclusive já tinha deixado a Igreja Católica horrorizada com o clipe de Like a prayer onde ela tenta e seduz um padre, mas nos anos 90 ela foi mais longe ainda no quesito quebra de tabus sexuais com os excepcionais discos Érotica (1992) e Bed Time Stories (1995). Neste video clip escolhido aqui como a melhor canção pop dos anos 90, Madonna é uma dominatrix sadomasoquista onde seus fetiches são intercalados com imagens de mulheres seminuas na praia e na rua e com insinuações de lesbianismo, mas tudo feito com arte e inteligência ao invés dessa coisa marketeira, extravagante e forçada da Lady Gaga.

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Alice in Chains – Black gives away to blue (2009)

 

AIC - formação atualNesta seção dedicada ao retorno de bandas de rock até então desacreditadas pela crítica e público quanto a sua qualidade e valia nada mais sensato e justo começar por essa banda que foi a segunda mais bem sucedida em vendas e execução nas rádios do Grunge e que só não alçou voos maiores no sentido de ser a melhor banda de rock dos anos 90 por causa do grave envolvimento que os membros tiveram com heroína, o que acabou levando o seu vocalista Layne Staley ( um dos maiores cantores que o rock teve ) a morte.

A banda que em sua formação original conciliava o peso de Black Sabbath com a técnica hard rock nos solo de bandas como Van Halen através da guitarra de Jerry Cantrell e liderados por um cantor de timbre de voz incomum e alcance vocal nas oitavas muito acima dos demais cantores de rock daquela época, que cantava sobre morte, impotência diante do vício, barbáries da guerra e depressão por falta de motivação para viver num hard metal técnico e elaborado oras mesclados com músicas acusticas melancólicas de complexas harmonias.

Desde o terceiro e último álbum de estúdio com Layne Staley vivo de 1995 auto intitulado com o nome da banda até o quarto álbum de retorno Black gives away to blue, com o novo vocalista William Duvall em 2009, Layne se confinou no vício de 1997 até a inevitável morte em 2002 e Jerry Cantrell lançou dois albuns solos excepcionais de 1998 à 2002, até que os remanescentes voltaram a tocar ao vivo em 2004, testando vários vocalistas e analisando se deveriam continuar como Alice in Chains ou formar outra banda e conceito musical, eles efetivaram Duvall como vocalista oficial em 2007 e dois anos após lançaram este álbum voltando a ativa oficialmente.

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Garbage – Version 2.0 (1998)

garbage_2.0

Como primeiro disco internacional a passar pelo crivo crítico do nosso blog eu poderia ter escolhido algum disco clássico do grunge ou do britpop para ser comentado e postado, mas como um fã ávido de rock alternativo e por ter uma grande relação sentimental com essa banda, resolvi então escolher o Version 2.0, segundo álbum da carreira do Garbage.

 

Para quem não conhece a banda, vou dar um leve parecer sobre a mesma. O Garbage é uma banda norte – americana formada em 1994 pelos integrantes e super produtores Duke Ericson (guitarra, teclado e piano), Stevie Marker (guitarra, contrabaixo e teclado), Butch Vig (bateria, samplers e loops) sendo este produtor de bandas como Nirvana, Smashing Pumpkins, Sonic Youth, Foo Fighters, entre outros, completando a banda com a vocalista.Shirley Manson, uma escocesa ruiva de olhos verdes e vocal grave.

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