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blues

Gary Moore – Separate ways LIVE 1992

Depois de uma pausa de dois meses, nada como trazer o blog a ativa com um dos maiores clássicos românticos do blues.

Muito mais do que isso, quando penso que Gary Moore se foi em 2011 e agora recentemente o Prince nos deixou, chego a conclusão do quanto a música e a guitarra está perdendo a sua emoção para o futuro com a partida desses grandes músicos que tinham uma facilidade imensa de tocar os corações das pessoas com notas, solos e acordes.

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Led Zeppelin: Heartbreaker – Live Earls Court

Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra… Diz o slogan da biografia não oficial mais famosa deles!

O que o grupo em si reune de melhor: Poderiamos citar dezenas de qualidades mas vou resumir todas numa única expressão:

O melhor vocalista e baterista de todos os tempos da música comtemporânea (Robert Plant e John Bonham) com o mais versátil guitarrista e baixista de todos os tempos também da música comtemporânea (Jimmy Page e John Paul Jones).

Esses quatro monstros lendários do rock não tornaram o Led Zeppelin a melhor banda da história do rock mas levou esse mesmo rock n’ roll a um patamar musical tão técnico quanto o Jazz, seja no hard rock com incursão no blues, seja o rock com incursão na folk music.

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Gary Moore – Trouble Ain’t Far Behind

Quando ouço este belíssimo blues de Gary Moore a la B. B. King, não penso no amor entre duas pessoas, mas sim no amor, afeto e gratidão pela tua vida e pelas pessoas que estão com você no dia – a – dia, é o que a canção me transmite em sentimentos e sensações.


Jonny Lang – Fight for my soul

jn_fightformysoulQuem estiver lendo esta postagem pode estar perguntando a si mesmo? Quem é esse tal de Jonny Lang que nunca ouvi falar na vida?

Jonny Lang é um cantor e guitarrista virtuoso que começou sua carreira aos 14 anos de idade fazendo um disco de cover (Smoking – 1995) de grandes mestres do blues como Gary Moore e Robert Johnson entre outros. No segundo álbum que lançou aos 16 anos de idade (Lie to Me – 1996) tem algumas músicas de autoria própria como as clássicas Lie to Me (petardo rock n’ roll) e Miss your Love (a primeira balada de sucesso de outras tantas que vieram depois) e o magistral blues Darker side. A consagração veio no terceiro álbum (Wonder this World – 1998) com o grande sucesso romântico Breakin ‘ Me e o rockasso Still Rainin, e com outras canções como a inspiradíssima faixa título, Walking Away (outras grande balada) e a maravilhosa versão de Cherry Red Wine do bluesman Luther Alisson.

O quarto álbum (Long Time Coming – 2003) é um disco de rock romântico que tem a participação de Joe Perry (Aerosmith) na guitarra base com os sucessos Give me up Again e Red Light, além de grandes canções como Goodbye Letter, Happiness and Misery (com gaita  harmônica de Stevie Tyler – Aerosmith), Hide to love e Dying to live. Depois de um período conturbado com envolvimento com drogas e posterior recuperação e mudança de crença religiosa Católica para a Igreja Batista, Jonny Lang conhece a fundo a música negra no que concerne a música soul e o funk americano e volta a tona com o quinto álbum (Turn Around – 2006) um álbum de soul music com elementos de rock, blues, jazz e r & b, onde ele deixa de ser apenas um virtuose da guitarra para se tornar um músico completo que explora e navega em variados estilos musicais fundido numa música única, este disco ganhou o Grammy de melhor disco Gospel de 2006, destaque para as canções Turn Around, My Love Remains, Only a Man e Last Goodbye (jazz romântico lindíssimo).

Ao longo de sua carreira, abriu show para lendas do blues como Buddy Guy (inclusive gravou Midnight Train em parceria) B.B King, Blues Traveler, abriu show também para bandas clássicas do rock como Rolling Stones e Aerosmith. Também já tocou com Jeff Beck, Sting e Eric Clapton, ele participa regularmente do projeto Jimi Hendrix Experience onde um conjunto de grandes guitarristas do rock e do blues interpretam clássicos do Jimi Hendrix, também já tocou várias vezes com o Double Trouble, banda do lendário e falecido Stevie Ray Vaughan interpretando suas canções. Além de sua genial técnica musical, sempre impressionou os ouvintes e críticos pelo seu timbre de voz e técnica vocal incomum, pois aos 15 anos já cantava como um bluesman de 50 anos de idade.

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