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garbage

TOP 5 DISCOS DE ROCK DO ANO DE 2016

O ano de 2016 para o rock, não ficou apenas marcado pelas grandes perdas como David Bowie, Scott Weiland e Prince.

Também tivemos excelentes trabalhos musicais que é o que você verá logo abaixo:

1º MEGADETH (DYSTOPIA): Se você quer o álbum perfeito para estourar os tímpanos esse é o ideal. Duas guitarras furiosas em solos alternados acompanhados de uma cozinha (batera e baixo) avassalador. O disco tem 13 faixas e somente vamos destacar nada mais nada menos que 6 delas, ou seja, quase a metade do disco. Kiko Loureiro trouxe a pegada que faltava no Megadeth já há alguns anos. Destaque para The Threat is Real, Dystopia, Fatal Illusion, Post American World, Lying in State, Foreign Policy.

 

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Garbage – Strange Little Birds (2016)

Mantendo o seu grande legado dentro do rock quanto a inovação de sonoridade, o Garbage mergulha no universo Dark dos anos 80 bebendo da fonte de Depeche Mode e Siouxie and the banshees fazendo uma explosiva fusão com The Pretenders  e trazendo a tona um álbum icônico mediante a cena medíocre atual de boa parte das cantoras femininas e bandas de rock em cena.

O álbum partiu de duas concepções conforme palavras de Shirley Manson a crítica especializada:

  • Traz uma escuridão no sentido de vulnerabilidade, do quanto em tantas vezes na vida nos sentimos vulneráveis perante relacionamentos ou situações difíceis que temos que enfrentar;
  • A cultura pop musical atual tem uma falsa concepção de vida iluminada, mas no fundo são artistas que mal sabem o significado daquilo que cantam, interpretam ou dançam em suas apresentações ao vivo, estão completamente perdidos como artistas e como pessoas, mas estão ali encenando sua vida e carreira feliz e glamourosa.

slb

Butch Vig diz que realmente não há nenhuma canção feliz, que as músicas entre si travam uma espécie de confronto diante de seus medos e fantasmas e que durante as gravações fizeram questão da voz de Shirley soar o mais natural e potente possível, sem efeitos, mesmo nas músicas há um grande vigor nos instrumentos, valorizando o seu peso (fonte Wikipédia)

Segue a análise faixa por faixa:

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5 covers musicais que superaram os originais

Como bom ouvinte não só de rock, mas de música em geral muitas vezes fico pasmo como um versão (cover) de artistas do mesmo estilo musical ou ás vezes até distintos ficam muito acima do original.

Pensando nisto resolvi fazer este post sobre o tema com foco no rock, mas também dando exemplos do blues e do pop, veja se você concorda com o meu TOP FIVE COVERS.

1: Creed – Eighteen (Alice Cooper)

Em seu primeiro album de 1995 que só foi estourar dois anos depois, existe essa magistral versão de um dos clássicos absolutos de Alice Cooper, a grande tia bruxa travestida do rock n’ roll em seus quase 60 anos de existência. Eles fizeram a música de um glam metal virar quase que um hard metal (mais peso e vigor no som). Confira aí:

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Smashing Pumpkins – Adore (1998)

adoreNuma época (1998) onde todas as bandas e artistas de rock estavam com pé forte na música eletrônica, Garbage, REM, U2, Lobão como alguns exemplos a serem citados, o Smashing Pumpkins vinha de uma grandiosa e também traumatizante turnê do multi platinado Mellon Collie and the Infinite Sadness, onde a grande baixa tinha sido a saída de Jimmy Chanberlain por problemas com abuso de drogas.

Billy Corgan se via então sem a sua alma músical nas baquetas e ainda passava um momento pessoal muito difícil (sua mãe com quem teve um convívio muito conturbado estava em estado terminal de câncer e acabara de findar o seu casamento), Billy já vinha dizendo desde a morte de Kurt Cobain que o rock estava morto e que o sucessor de Mellon Collie seria sobre músicas soturnas e com uma volta a forma de se compor música antes do advento do rock n’ roll e do blues.

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As cinco melhores canções POP dos anos 90

Quando uso o termo melhores pop’s dos anos 90, todos devem pensar no girl power das Spice Girls, ou da princesinha inglesa do pop Britney Spears, ou mesmo nas Destiny Child ou Jennifer Lopez, mas a resposta é NÃO, não é pra falar do pop fabricado da MTV e sim do POP que é feito por quem entende do estilo. Então vamos para o TOP FIVE POP ANOS 90 do blog Cultura de Atitude:

1 – Madonna – Erótica

Madonna já era consagrada como rainha absoluta do pop e inclusive já tinha deixado a Igreja Católica horrorizada com o clipe de Like a prayer onde ela tenta e seduz um padre, mas nos anos 90 ela foi mais longe ainda no quesito quebra de tabus sexuais com os excepcionais discos Érotica (1992) e Bed Time Stories (1995). Neste video clip escolhido aqui como a melhor canção pop dos anos 90, Madonna é uma dominatrix sadomasoquista onde seus fetiches são intercalados com imagens de mulheres seminuas na praia e na rua e com insinuações de lesbianismo, mas tudo feito com arte e inteligência ao invés dessa coisa marketeira, extravagante e forçada da Lady Gaga.

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PJ Harvey e Thom Yorke – This mess we’re in

Um encontro memorável de dois ícones do rock alternativo: PJ Harvey e Thom Yorke (vocalista e lider do Radiohead).

Um lindíssimo dueto de vozes embalados por guitarras densas e de extrema melodia, confiram:

Gostou? Esteja a vontade para comentar e dar sugestões sobre o seu artista ou banda alternativa preferida.

As cinco melhores canções do rock internacional dos anos 90

Pela temática do blog, já deu para perceber que eu sou um grande amante do rock n’ roll, mas o rock de verdade feito com atitude, poesia e talento. Apesar de ter ouvido rock pela primeira vez em 1987 aos 7 anos de idade, me cconverti para o estilo em 1991 aos 11 anos de idade com a explosão do Grunge com Nirvana e compania, ao longo desta década fui ouvindo outros gêneros do estilo como o rock alternativo, bandas hard rock como o Aerosmith e Bon Jovi e outras bandas de décadas passada, e também fui mais um que se encantou com a poesia e melodia de Legião Urbana.

Então trago para esta postagem as cinco músicas que ao meu ver são as melhores dos anos 90 não por termos técnicos a serem debatidos entre músicos, mas por serem músicas que marcaram a sua época de lançamento e que ao mesmo tempo são da fase mais aurea destas bandas que surgiram e lançaram seus primeiros trabalhos nos anos 90.

Nirvana – Territorial Pissings (1991)

Do aclamadíssimo Nevermind tido pela crítica musical como o melhor disco dos anos 90 e que foi o marco de uma geração através do grunge de Seattle, Kurt Cobain e Cia neste disco recriam a forma de tocar punk rock com muito mais peso e acordes em relação ao punk clássico dos anos 70 praticado por Sex Pistols, Ramones, Dead Kennedys e Buzzcocks. Pena que justamente o peso do sucesso e de ser o Messias de uma geração acabou levando Kurt Cobain a constantes overdoses de heroína, até que o mesmo pôs fim em sua vida e na carreira da banda suicidando – se entrando para o rol dos mitos do rock como Jimi Hendrix, Jim Morrison e tantos outros.

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Garbage – Version 2.0 (1998)

garbage_2.0

Como primeiro disco internacional a passar pelo crivo crítico do nosso blog eu poderia ter escolhido algum disco clássico do grunge ou do britpop para ser comentado e postado, mas como um fã ávido de rock alternativo e por ter uma grande relação sentimental com essa banda, resolvi então escolher o Version 2.0, segundo álbum da carreira do Garbage.

 

Para quem não conhece a banda, vou dar um leve parecer sobre a mesma. O Garbage é uma banda norte – americana formada em 1994 pelos integrantes e super produtores Duke Ericson (guitarra, teclado e piano), Stevie Marker (guitarra, contrabaixo e teclado), Butch Vig (bateria, samplers e loops) sendo este produtor de bandas como Nirvana, Smashing Pumpkins, Sonic Youth, Foo Fighters, entre outros, completando a banda com a vocalista.Shirley Manson, uma escocesa ruiva de olhos verdes e vocal grave.

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