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grunge

Smashing Pumpkins – Gish (1991)

Gish é o album de estreia da banda que viria a ser alguns anos depois a mais alternativa e psicodélica dos anos 90, ao fazer a fusão de rock alternativo com hard metal dentro de um universo dark.

No ano de lançamento o album passou batido pela grande mídia, tendo em vista que neste ano bandas como Nirvana e Pearl Jam estavam no auge do sucesso com os respectivos discos Nevermind e Ten.

Mas mesmo assim, Gish tem sua grande parcela de contribuição pois influenciou outras grandes bandas do rock dos anos 90, em especial a sonoridade dos dois primeiros álbuns do Placebo.

Como hits, podemos citar I am One, Siva, Rhinoceros, e Daydream, está cantada pela baixista D’arcy.

O disco mostra também um promissor Jimmy Chamberlain nas baquetas, sendo atualmente o mesmo frequentemente citado entre os maiores bateristas de todos os tempos do rock.

Gish era uma boa amostra do quanto os anos 90 traria de volta a energia e atitude para o rock, algo que ficou meio perdido no rock dos anos 80 com muitas bandas se embrenhando nos sintetizadores e deixando as guitarras de lado.

Confira abaixo o som desse disco clássico e histórico:

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Foo Fighters (1995) – Full Album

Quando o Nirvana acabou, com o suicídio de Kurt Cobain ninguém esperava que dali surgiria outra grande banda de rock americana.

Um ano depois, em 1995 Dave Grohl que era baterista do Nirvana lançou o primeiro álbum do Foo Fighters.

Na época ele gravou todos os instrumentos, bateria, baixo, guitarra e violão, sua primeira amostra ao mundo do músico versátil e talentoso que é até hoje.

Destaque para os hits This is a call, I’ll stick around, Big Me, além das excelentes faixas Good Grief e X-Static.

Confira abaixo o álbum de estréia deles na integra:

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Stone temple pilots – Dancing days (unplugged Las Vegas 1999)

Stone Temple Pilots já é naturalmente bom e estiloso no som.

Isso fica mais ainda em evidência quando eles escolhem um super clássico do Led Zeppelin para interpretar.

Aliás, de certa forma, podemos dizer que eles são o Led Zeppelin do Grunge, só que de maneira mais punker e distorcida.

Tanto Jimmy Page, quanto Robert De Leo são excelentes criadores de riffs inconfundíveis e absolutos.

E Scott Weiland o cantor mais performático do rock dos anos 90, sentimos muito o seu falecimento e ausência na música atual.

Confira então logo abaixo essa grande versão de Dancing Days.

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Red Hot Chilli Peppers – Road Trippin

Do consagradíssimo álbum Californication (1999) que fechou com chave de ouro a década de 90  dentro da história do rock, essa música resume em si toda a felicidade que sentimos quando estamos em paz com o mundo e principalmente com nós mesmos.

Você caro ouvinte e leitor sentirá isso na melodia da música, na voz de Anthony Kiedis  e no cenário e ambientação do vídeo clipe.

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Staind – Nutshell (Alice in chains cover)

Na santa viola do rock n’ roll de hoje, trago uma versão acústica de Nutshell do Alice in Chains, que se trata de um b-side lançado no EP Jar of Files que tem como música de trabalho o single I Stay away.

Referente essa versão do Staind, podemos dizer que eles tocaram a parte instrumental de forma primorosa e até melhor do que a acústica feita pela banda original. Quanto ao vocal é uma tarefa um tanto inglória querer superar Layne Staley, mas Aaron Lewis conseguiu cantar super bem sem sair do seu estilo vocal e sem descaracterizar a composição.

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Smashing Pumpkins – Adore (1998)

adoreNuma época (1998) onde todas as bandas e artistas de rock estavam com pé forte na música eletrônica, Garbage, REM, U2, Lobão como alguns exemplos a serem citados, o Smashing Pumpkins vinha de uma grandiosa e também traumatizante turnê do multi platinado Mellon Collie and the Infinite Sadness, onde a grande baixa tinha sido a saída de Jimmy Chanberlain por problemas com abuso de drogas.

Billy Corgan se via então sem a sua alma músical nas baquetas e ainda passava um momento pessoal muito difícil (sua mãe com quem teve um convívio muito conturbado estava em estado terminal de câncer e acabara de findar o seu casamento), Billy já vinha dizendo desde a morte de Kurt Cobain que o rock estava morto e que o sucessor de Mellon Collie seria sobre músicas soturnas e com uma volta a forma de se compor música antes do advento do rock n’ roll e do blues.

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PJ Harvey e Thom Yorke – This mess we’re in

Um encontro memorável de dois ícones do rock alternativo: PJ Harvey e Thom Yorke (vocalista e lider do Radiohead).

Um lindíssimo dueto de vozes embalados por guitarras densas e de extrema melodia, confiram:

Gostou? Esteja a vontade para comentar e dar sugestões sobre o seu artista ou banda alternativa preferida.

As cinco melhores canções do rock internacional dos anos 90

Pela temática do blog, já deu para perceber que eu sou um grande amante do rock n’ roll, mas o rock de verdade feito com atitude, poesia e talento. Apesar de ter ouvido rock pela primeira vez em 1987 aos 7 anos de idade, me cconverti para o estilo em 1991 aos 11 anos de idade com a explosão do Grunge com Nirvana e compania, ao longo desta década fui ouvindo outros gêneros do estilo como o rock alternativo, bandas hard rock como o Aerosmith e Bon Jovi e outras bandas de décadas passada, e também fui mais um que se encantou com a poesia e melodia de Legião Urbana.

Então trago para esta postagem as cinco músicas que ao meu ver são as melhores dos anos 90 não por termos técnicos a serem debatidos entre músicos, mas por serem músicas que marcaram a sua época de lançamento e que ao mesmo tempo são da fase mais aurea destas bandas que surgiram e lançaram seus primeiros trabalhos nos anos 90.

Nirvana – Territorial Pissings (1991)

Do aclamadíssimo Nevermind tido pela crítica musical como o melhor disco dos anos 90 e que foi o marco de uma geração através do grunge de Seattle, Kurt Cobain e Cia neste disco recriam a forma de tocar punk rock com muito mais peso e acordes em relação ao punk clássico dos anos 70 praticado por Sex Pistols, Ramones, Dead Kennedys e Buzzcocks. Pena que justamente o peso do sucesso e de ser o Messias de uma geração acabou levando Kurt Cobain a constantes overdoses de heroína, até que o mesmo pôs fim em sua vida e na carreira da banda suicidando – se entrando para o rol dos mitos do rock como Jimi Hendrix, Jim Morrison e tantos outros.

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Alice in Chains – Black gives away to blue (2009)

 

AIC - formação atualNesta seção dedicada ao retorno de bandas de rock até então desacreditadas pela crítica e público quanto a sua qualidade e valia nada mais sensato e justo começar por essa banda que foi a segunda mais bem sucedida em vendas e execução nas rádios do Grunge e que só não alçou voos maiores no sentido de ser a melhor banda de rock dos anos 90 por causa do grave envolvimento que os membros tiveram com heroína, o que acabou levando o seu vocalista Layne Staley ( um dos maiores cantores que o rock teve ) a morte.

A banda que em sua formação original conciliava o peso de Black Sabbath com a técnica hard rock nos solo de bandas como Van Halen através da guitarra de Jerry Cantrell e liderados por um cantor de timbre de voz incomum e alcance vocal nas oitavas muito acima dos demais cantores de rock daquela época, que cantava sobre morte, impotência diante do vício, barbáries da guerra e depressão por falta de motivação para viver num hard metal técnico e elaborado oras mesclados com músicas acusticas melancólicas de complexas harmonias.

Desde o terceiro e último álbum de estúdio com Layne Staley vivo de 1995 auto intitulado com o nome da banda até o quarto álbum de retorno Black gives away to blue, com o novo vocalista William Duvall em 2009, Layne se confinou no vício de 1997 até a inevitável morte em 2002 e Jerry Cantrell lançou dois albuns solos excepcionais de 1998 à 2002, até que os remanescentes voltaram a tocar ao vivo em 2004, testando vários vocalistas e analisando se deveriam continuar como Alice in Chains ou formar outra banda e conceito musical, eles efetivaram Duvall como vocalista oficial em 2007 e dois anos após lançaram este álbum voltando a ativa oficialmente.

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Audioslave – Audioslave (2002)

Audioslave2002

Era o ano de 2002. Naquela época ligávamos na MTV Brasil e o que se via era um monte de boy band e cantoras pop belíssimas de talento muito duvidoso, a única grande revelação do momento no rock era o The Strokes mas que não inovava em nada o rock n’ roll, apenas copiava de forma mais melódica o estilo de som do The Stooges (a banda pai e precurssora do que viria a ser o punk rock no final dos anos 70).

Num belo dia vejo tocar na MTV Brasil uma banda com o vocalista do findado Soundgarden e com os músicos do findado Rage Against the Machine. Eis que surgia ali a maior e melhor banda de rock da década 2000, mesmo com uma carreira de apenas 5 anos de duração.

Formada por Chris Cornell, (vocal e guitarra), Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo e backing vocal) e Brad Wilk (bateria). O Audioslave além de ter influência das bandas antecessoras de seus integrantes, bebia do grunge em geral como influência musical mesclando especificamente nas guitarras com o som hard rock dos anos 80, só que com menos esbanjamento técnico e mais peso e vigor no som, caracterizando um hard metal pós – grunge bem peculiar.

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