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led zeppelin

The Cult – Love Removal Machine

The Cult é uma banda britânica que começou suas atividades musicais em 1983.

Apesar de terem começado a carreira musical na época do pós punk, a banda em si tem como grandes influências o rock dos anos 60 e 70, entre eles o The Doors, Jimi Hendrix e Led Zeppelin.

O seu primeiro disco de grande sucesso é Love (1985), segundo da discografia da banda e que também é uma grande homenagem sonora e musical as suas principais influências dos anos 60 e 70.

Enquanto bandas da época como Depeche Mode e New Order investiam na sonoridade eletrônica, o The Cult sempre reverenciou o rock básico com guitarras rítmicas e distorcidas

Ao longo de 34 anos de carreira com dois hiatos (1995 a 2001) e (2002 a 2006) o The Cult lançou 10 discos de estúdio:

 

A formação atual da banda é:

Membros

  • Ian Astbury – voz principal, percussão (1983–1995, 1999–presente)
  • Billy Duffy – guitarra (1983–1995, 1999–presente)
  • Grant Fitzpatrick – baixo (–presente)
  • Damon Fox – Teclados , guitarra base e vocais
  • John Tempesta – bateria (2006–presente)
Músicos de apoio
  • .James Stevenson -guitarra ritmica [94-95 e retornou a banda com a saida de Mike Dimkich ] ex-Chelsea com Billy Idol , Jene Loves Jezebel , Kim Wilde , Generation x etc
  • Mike Dimkich – guitarra rítmica (1993–1994, 1999–presente)

Confira abaixo, o primeiro hit de Electric, considerado o álbum mais clássico da banda:
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The Black Crowes – Miracle To Me

O Black Crowes é a banda dos anos 90 que tem as raízes mais profundas no rock dos anos 60 e 70.

Fica claro em seus violões, guitarras e pianos o grande casamento de Rolling Stones com The Faces.

E de quebra eles ainda tem o Jimmy Page como o grande fan ilustre.

A canção, que a princípio pode parecer religiosa pela tradução de seu título (Milagre para mim) na verdade é umas das canções de amor mais intimistas e sinceras que já ouvi na vida.

Sem mais delongas, curta abaixo a música com a sua  tradução:

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Stone temple pilots – Dancing days (unplugged Las Vegas 1999)

Stone Temple Pilots já é naturalmente bom e estiloso no som.

Isso fica mais ainda em evidência quando eles escolhem um super clássico do Led Zeppelin para interpretar.

Aliás, de certa forma, podemos dizer que eles são o Led Zeppelin do Grunge, só que de maneira mais punker e distorcida.

Tanto Jimmy Page, quanto Robert De Leo são excelentes criadores de riffs inconfundíveis e absolutos.

E Scott Weiland o cantor mais performático do rock dos anos 90, sentimos muito o seu falecimento e ausência na música atual.

Confira então logo abaixo essa grande versão de Dancing Days.

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Led Zeppelin: Heartbreaker – Live Earls Court

Quando os gigantes caminhavam sobre a Terra… Diz o slogan da biografia não oficial mais famosa deles!

O que o grupo em si reune de melhor: Poderiamos citar dezenas de qualidades mas vou resumir todas numa única expressão:

O melhor vocalista e baterista de todos os tempos da música comtemporânea (Robert Plant e John Bonham) com o mais versátil guitarrista e baixista de todos os tempos também da música comtemporânea (Jimmy Page e John Paul Jones).

Esses quatro monstros lendários do rock não tornaram o Led Zeppelin a melhor banda da história do rock mas levou esse mesmo rock n’ roll a um patamar musical tão técnico quanto o Jazz, seja no hard rock com incursão no blues, seja o rock com incursão na folk music.

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Whitesnake – Live em Personal Fest / Argentina 2013

Se eu perguntasse a vocês qual a melhor banda de hard rock do mundo atualmente o que vocês responderiam? Aerosmith ou AC/DC? Provavelmente estão equivocados, o Whitesnake neste show prova que é a melhor do mundo no hard rock. Com dois guitarristas virtuoses que dão um vigor novo as canções clássicas além das canções novas que são ótimas e super técnicas ainda vemos no meio do show o baterista fazer uma jam e no final trocar as baquetas pelas mãos para tocar a bateria, como John Bonham costumava fazer nos anos 70 com o lendário Led Zeppelin.

 E aí, curtiram o som dos caras? Conhecem alguma outra melhor? Deixe o seu comentário, o bom rock n’ roll agradece!!!


Black Sabbath – 13

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Este é o final do começo / ou o começo do fim… Este são os primeiros versos do triunfal e emblemático retorno dos pais e precursores do heavy metal com Ozzy Osbourne nos vocais juntamente com Tony Iommi e Geezer Butler após 35 anos da separação em 1978. A ausência neste trabalho é de Bill Ward por divergências em questões contratuais. Em 13 o Black Sabbath não teve a pretensão de fazer um heavy metal moderno e sim resgatar o espírito dos 6 primeiros álbuns da formação clássica e original da banda, conseguindo isso com extremo êxito para  deleite dos fãs. Já na temática das letras entra questões como vida e morte, valores morais corrompidos, desregramento sócio – político – religiosos de um mundo decadente e sem salvação.

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