Tudo sobre música, leitura e opinião de qualidade
Translate blog
Fãs do Facebook

Redes Sociais




Seguidores do Google

Seguidores diHITT

Total de visualizações
  • 36567Total de leituras:
  • 1Leituras de hoje:
  • 4Leituras de ontem:
  • 46Leituras da semana passada:
  • 124Leituras por mês:
  • 24083Total de visitas:
  • 1Visitas de hoje:
  • 4Visitas de ontem:
  • 45Visitas da semana passada:
  • 114Visitas por mês:
  • 6Média de visitas por dia:
  • 0Visitantes que estão online:
Nossos Parceiros
Faça parceria conosco!


Calendário
agosto 2018
S T Q Q S S D
« jun    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

radiohead

TOP 5 DISCOS DE ROCK DO ANO DE 2016

O ano de 2016 para o rock, não ficou apenas marcado pelas grandes perdas como David Bowie, Scott Weiland e Prince.

Também tivemos excelentes trabalhos musicais que é o que você verá logo abaixo:

1º MEGADETH (DYSTOPIA): Se você quer o álbum perfeito para estourar os tímpanos esse é o ideal. Duas guitarras furiosas em solos alternados acompanhados de uma cozinha (batera e baixo) avassalador. O disco tem 13 faixas e somente vamos destacar nada mais nada menos que 6 delas, ou seja, quase a metade do disco. Kiko Loureiro trouxe a pegada que faltava no Megadeth já há alguns anos. Destaque para The Threat is Real, Dystopia, Fatal Illusion, Post American World, Lying in State, Foreign Policy.

 

Continue lendo a postagem


Radiohead Idioteque (best live version)

Do disco Kid A do ano de 1999, quando o mesmo foi lançado deixou o mundo boquiaberto e pasmo.

Pois até então o Radiohead vinha de três álbuns de linha comercial, conquistando as rádios de todo o mundo com o terceiro álbum, Ok Computer de 1997, que tinha clássicos absolutos como Karma Police, No Surprises, Paranoid Android, além de pérolas como Exit Music, Let Down, Lucky.

Em Kid A o Radiohead assumia a postura de maior e mais expressiva banda de rock alternativo inglês, o que se confirmou no disco seguinte, Amnesiac de 2001 e dali por diante o Radiohead foi o grande ícone e referencial de tudo que era feito em termos de rock alternativo, estando um patamar acima de Smashing Pumpkins, Garbage e Placebo, e fazendo bandas indies como The Strokes e Arcade Fire comer poeira em termos de criatividade e psicodelia.

Se você conhece essa banda só pelas canções imortais Creep e Fake Plastic Trees, está mais do que na hora de acessar o YouTube e ver a extensa discografia e shows memoráveis deles ao longo da carreira, posso garantir a vocês que será uma viagem que valerá muito a pena!

Continue lendo a postagem


Garbage – Strange Little Birds (2016)

Mantendo o seu grande legado dentro do rock quanto a inovação de sonoridade, o Garbage mergulha no universo Dark dos anos 80 bebendo da fonte de Depeche Mode e Siouxie and the banshees fazendo uma explosiva fusão com The Pretenders  e trazendo a tona um álbum icônico mediante a cena medíocre atual de boa parte das cantoras femininas e bandas de rock em cena.

O álbum partiu de duas concepções conforme palavras de Shirley Manson a crítica especializada:

  • Traz uma escuridão no sentido de vulnerabilidade, do quanto em tantas vezes na vida nos sentimos vulneráveis perante relacionamentos ou situações difíceis que temos que enfrentar;
  • A cultura pop musical atual tem uma falsa concepção de vida iluminada, mas no fundo são artistas que mal sabem o significado daquilo que cantam, interpretam ou dançam em suas apresentações ao vivo, estão completamente perdidos como artistas e como pessoas, mas estão ali encenando sua vida e carreira feliz e glamourosa.

slb

Butch Vig diz que realmente não há nenhuma canção feliz, que as músicas entre si travam uma espécie de confronto diante de seus medos e fantasmas e que durante as gravações fizeram questão da voz de Shirley soar o mais natural e potente possível, sem efeitos, mesmo nas músicas há um grande vigor nos instrumentos, valorizando o seu peso (fonte Wikipédia)

Segue a análise faixa por faixa:

Continue lendo a postagem


Radiohead – No surprises (live 2003)

Esta é bem a caráter da categoria cantinho romântico.

Porque quando você ouve essa música a primeira coisa que vem a cabeça é dormir agarradinho de conchinha com a pessoa amada afagando-lhes os cabelos.

E essa música é de 17 anos atrás mas que não perdeu o seu primor, singeleza e delicadeza.

Só mesmo Thom Yorke e companhia para fazer um belo diamante desse em forma de música.

 

 


The Verve – Forth (2008)

Dos albuns ingleses do rock da década passada com certeza este disco é o maior expoente no que concerne a produção e inspiração do trabalho em si.

Este disco do The Verve é a grande prova de que melodias refinadas e harmonias trabalhadas caminham pacificamente com o rock que aos ouvidos de quem não o conhece é sempre definido como um estilo barulhento e estridente.

Um disco onde guitarras, teclados, pianos e violinos se complementam entre si fazendo de Forth um trabalho homogêneo e coeso musicalmente.

Faixas:

01 Sit And Wonder
02 Love Is Noise
03 Rather Be
04 Judas
05 Numbness
06 I See Houses
07 Noise Epic
08 Valium Skies
09 Columbo
10 Appalachian Springs

PJ Harvey e Thom Yorke – This mess we’re in

Um encontro memorável de dois ícones do rock alternativo: PJ Harvey e Thom Yorke (vocalista e lider do Radiohead).

Um lindíssimo dueto de vozes embalados por guitarras densas e de extrema melodia, confiram:

Gostou? Esteja a vontade para comentar e dar sugestões sobre o seu artista ou banda alternativa preferida.

Skunk Anansie – Acústico ao vivo em Londres 2013

 

Quando o assunto é as bandas inglesas dos anos 90, todos reverenciam o Radiohead e sua genialidade no rock alternativo, todos lembram da rivalidade entre os integrantes do Oasis e Blur, e também do The Verve que poderia ter dominado o mundo se não tivesse dado uma pausa na carreira justo no seu auge.

Agora quem conhece uma banda inglesa chamada Skunk Anansie? Certamente vocês já ouviram canções desta banda em trilhas sonoras de filmes, porém a banda é muito mais que isso, com 5 discos de estudio e um greatest hits, o Skunk Anansie com a origem social humilde de sua vocalista Deborah Skin D’yer e mais os outros integrantes da banda que são de etnias diferentes entre si, aliados a uma fusão explosiva de metal com rock alternativo que cantava contra o preconceito racial, social e sexual e contra a política corrupta do mundo, eles sempre trilharam o caminho do submundo do rock inglês tanto é que fazem shows apenas na Europa e Japão onde eles tem um público consolidado.

Continue lendo a postagem…