Tudo sobre música, leitura e opinião de qualidade
Translate blog
Fãs do Facebook

Redes Sociais




Seguidores do Google

Seguidores diHITT

Total de visualizações
  • 34255Total de leituras:
  • 6Leituras de hoje:
  • 26Leituras de ontem:
  • 102Leituras da semana passada:
  • 202Leituras por mês:
  • 22136Total de visitas:
  • 6Visitas de hoje:
  • 26Visitas de ontem:
  • 94Visitas da semana passada:
  • 193Visitas por mês:
  • 13Média de visitas por dia:
  • 0Visitantes que estão online:
Nossos Parceiros
Faça parceria conosco!


Calendário
dezembro 2017
S T Q Q S S D
« nov    
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

rock

Everlast – What it’s like

Everlast é um rapper americano que foi vocal do lendário grupo de hip – hop House of Pain.

Entre turnês e idas e vindas de festivais, excursionou com muitas bandas de rock alternativo e underground, no qual aprendeu tocar violão de uma forma muito peculiar se comparado aos violões tradicionais do rock.

Continue lendo a postagem…


A voz da arte e dignidade musical: Lobão – Lino, Sexy & Brutal

A voz da arte e dignidade musical versus o jabá elegante e forçosamente charmoso dos algozes da música que um dia se colocaram como heróis através da Tropicália.

Caetano, Gil, Buarque e João Gilberto, assistam esse show e passem a produzir música honestamente.

Dedico também ao povo inebriado pelo breganejo, pelo axé e pelo funk da periferia, porque música é arte, poesia e engajamento cultural e político sem demagogias da esquerda e nem conservadorismos da direita!


Jonny Lang – Fight for my soul

jn_fightformysoulQuem estiver lendo esta postagem pode estar perguntando a si mesmo? Quem é esse tal de Jonny Lang que nunca ouvi falar na vida?

Jonny Lang é um cantor e guitarrista virtuoso que começou sua carreira aos 14 anos de idade fazendo um disco de cover (Smoking – 1995) de grandes mestres do blues como Gary Moore e Robert Johnson entre outros. No segundo álbum que lançou aos 16 anos de idade (Lie to Me – 1996) tem algumas músicas de autoria própria como as clássicas Lie to Me (petardo rock n’ roll) e Miss your Love (a primeira balada de sucesso de outras tantas que vieram depois) e o magistral blues Darker side. A consagração veio no terceiro álbum (Wonder this World – 1998) com o grande sucesso romântico Breakin ‘ Me e o rockasso Still Rainin, e com outras canções como a inspiradíssima faixa título, Walking Away (outras grande balada) e a maravilhosa versão de Cherry Red Wine do bluesman Luther Alisson.

O quarto álbum (Long Time Coming – 2003) é um disco de rock romântico que tem a participação de Joe Perry (Aerosmith) na guitarra base com os sucessos Give me up Again e Red Light, além de grandes canções como Goodbye Letter, Happiness and Misery (com gaita  harmônica de Stevie Tyler – Aerosmith), Hide to love e Dying to live. Depois de um período conturbado com envolvimento com drogas e posterior recuperação e mudança de crença religiosa Católica para a Igreja Batista, Jonny Lang conhece a fundo a música negra no que concerne a música soul e o funk americano e volta a tona com o quinto álbum (Turn Around – 2006) um álbum de soul music com elementos de rock, blues, jazz e r & b, onde ele deixa de ser apenas um virtuose da guitarra para se tornar um músico completo que explora e navega em variados estilos musicais fundido numa música única, este disco ganhou o Grammy de melhor disco Gospel de 2006, destaque para as canções Turn Around, My Love Remains, Only a Man e Last Goodbye (jazz romântico lindíssimo).

Ao longo de sua carreira, abriu show para lendas do blues como Buddy Guy (inclusive gravou Midnight Train em parceria) B.B King, Blues Traveler, abriu show também para bandas clássicas do rock como Rolling Stones e Aerosmith. Também já tocou com Jeff Beck, Sting e Eric Clapton, ele participa regularmente do projeto Jimi Hendrix Experience onde um conjunto de grandes guitarristas do rock e do blues interpretam clássicos do Jimi Hendrix, também já tocou várias vezes com o Double Trouble, banda do lendário e falecido Stevie Ray Vaughan interpretando suas canções. Além de sua genial técnica musical, sempre impressionou os ouvintes e críticos pelo seu timbre de voz e técnica vocal incomum, pois aos 15 anos já cantava como um bluesman de 50 anos de idade.

Continue lendo a postagem…


Whitesnake – Live em Personal Fest / Argentina 2013

Se eu perguntasse a vocês qual a melhor banda de hard rock do mundo atualmente o que vocês responderiam? Aerosmith ou AC/DC? Provavelmente estão equivocados, o Whitesnake neste show prova que é a melhor do mundo no hard rock. Com dois guitarristas virtuoses que dão um vigor novo as canções clássicas além das canções novas que são ótimas e super técnicas ainda vemos no meio do show o baterista fazer uma jam e no final trocar as baquetas pelas mãos para tocar a bateria, como John Bonham costumava fazer nos anos 70 com o lendário Led Zeppelin.

 E aí, curtiram o som dos caras? Conhecem alguma outra melhor? Deixe o seu comentário, o bom rock n’ roll agradece!!!


Audioslave – Audioslave (2002)

Audioslave2002

Era o ano de 2002. Naquela época ligávamos na MTV Brasil e o que se via era um monte de boy band e cantoras pop belíssimas de talento muito duvidoso, a única grande revelação do momento no rock era o The Strokes mas que não inovava em nada o rock n’ roll, apenas copiava de forma mais melódica o estilo de som do The Stooges (a banda pai e precurssora do que viria a ser o punk rock no final dos anos 70).

Num belo dia vejo tocar na MTV Brasil uma banda com o vocalista do findado Soundgarden e com os músicos do findado Rage Against the Machine. Eis que surgia ali a maior e melhor banda de rock da década 2000, mesmo com uma carreira de apenas 5 anos de duração.

Formada por Chris Cornell, (vocal e guitarra), Tom Morello (guitarra), Tim Commerford (baixo e backing vocal) e Brad Wilk (bateria). O Audioslave além de ter influência das bandas antecessoras de seus integrantes, bebia do grunge em geral como influência musical mesclando especificamente nas guitarras com o som hard rock dos anos 80, só que com menos esbanjamento técnico e mais peso e vigor no som, caracterizando um hard metal pós – grunge bem peculiar.

Continue lendo a postagem…


Garbage – Version 2.0 (1998)

garbage_2.0

Como primeiro disco internacional a passar pelo crivo crítico do nosso blog eu poderia ter escolhido algum disco clássico do grunge ou do britpop para ser comentado e postado, mas como um fã ávido de rock alternativo e por ter uma grande relação sentimental com essa banda, resolvi então escolher o Version 2.0, segundo álbum da carreira do Garbage.

 

Para quem não conhece a banda, vou dar um leve parecer sobre a mesma. O Garbage é uma banda norte – americana formada em 1994 pelos integrantes e super produtores Duke Ericson (guitarra, teclado e piano), Stevie Marker (guitarra, contrabaixo e teclado), Butch Vig (bateria, samplers e loops) sendo este produtor de bandas como Nirvana, Smashing Pumpkins, Sonic Youth, Foo Fighters, entre outros, completando a banda com a vocalista.Shirley Manson, uma escocesa ruiva de olhos verdes e vocal grave.

Continue lendo a postagem…


Cazuza – Ideologia (1988)

Album_Ideologia

Quando vemos os jovens de hoje que querem algo melhor do que o Emo ou o Happy Rock, muitos deles vão em busca dos artístas do rock dos anos 80, é assombroso o tanto de pré adolescentes que endeusam e idolatram Renato Russo e o seu grupo Legião Urbana, mas pouquíssimos destes mesmos jovens conhecem a obra do igualmente poeta e grandioso Cazuza que sem sombra de dúvidas foi a grande voz da década de 80.

Artista de vida boemia, que se dizia bissexual, grande parceiro de Lobão em composições musicais e em uso de entorpecentes e que assumiu publicamente em 1989 que era soropositivo do HIV (falecendo no ano seguinte aos 32 anos de idade) ele começou sua carreira musical como vocalista do Barão Vermelho onde emplacou sucessos como Pro dia nascer feliz, Bete Balanço, Ponto Fraco, Por que a gente é assim, Maior Abandonado, outras canções que tiveram menos destaque mas de grande qualidade e valia também como Down em Mim, Blues do Iniciante, Todo amor que houver nesta vida.

Continue lendo a postagem…


Lobão 50 anos a mil

lobão

Ele deixa roqueiros radicais inconformados quando menospreza o estereótipo do rock brasileiro dizendo ser um artista de música popular brasileira, irrita bossa – novistas quando diz que ouvir Bossa Nova é tocar punheta de pau mole, tamanho o tédio e o marasmo de ouvir um ritmo tão desestimulante e que só continua sendo moderno para os norte – americanos.

 

Pra quem começa a ler o livro e espera um Lobão rebelde e dilacerador desde pequeno supreende – se com o filho frágil que possui uma mãe super protetora a ponto de deixá-lo muitas vezes sufocado e de pagar mico diante de colegas de escola, quando ainda criança ganha sua primeira bateria e a primeira música que tira por completo no instrumento é nada mais nada menos que Imigrant Song do lendário Led Zeppelin, ou seja ser músico era um destino já traçado na vida dele.

Continue lendo a postagem…