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rolling stones

Rolling Stones – Wild Horses (acoustic – 1995)

Como um dos últimos alunos da velha escola do blues, os Rolling Stones sempre compuseram muito bem ao violão.

Essa música em específico, uma das baladas mais clássicas dos anos 70, mesmo não sendo tão romântica quanto Angie.

Em Wild Horses, os Stones mostram a fusão perfeita de Bob Dylan com Gram Parsons dentro do universo da folk music.

Essa versão de 1995, do álbum Stripped, que era uma espécie de lado B e versões alternativas de seus grandes sucessos, mostra um Stones amadurecido no alto dos seus trinta anos de carreira.

Hoje só de carreira eles já tem 55 anos, a música quando é boa não morre, apenas se lapida e aprimora como os bons vinhos europeus…

Ouça abaixo essa grande versão de um dos seus grandes clássicos:

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The Black Crowes – Miracle To Me

O Black Crowes é a banda dos anos 90 que tem as raízes mais profundas no rock dos anos 60 e 70.

Fica claro em seus violões, guitarras e pianos o grande casamento de Rolling Stones com The Faces.

E de quebra eles ainda tem o Jimmy Page como o grande fan ilustre.

A canção, que a princípio pode parecer religiosa pela tradução de seu título (Milagre para mim) na verdade é umas das canções de amor mais intimistas e sinceras que já ouvi na vida.

Sem mais delongas, curta abaixo a música com a sua  tradução:

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As cinco melhores canções do rock internacional dos anos 90

Pela temática do blog, já deu para perceber que eu sou um grande amante do rock n’ roll, mas o rock de verdade feito com atitude, poesia e talento. Apesar de ter ouvido rock pela primeira vez em 1987 aos 7 anos de idade, me cconverti para o estilo em 1991 aos 11 anos de idade com a explosão do Grunge com Nirvana e compania, ao longo desta década fui ouvindo outros gêneros do estilo como o rock alternativo, bandas hard rock como o Aerosmith e Bon Jovi e outras bandas de décadas passada, e também fui mais um que se encantou com a poesia e melodia de Legião Urbana.

Então trago para esta postagem as cinco músicas que ao meu ver são as melhores dos anos 90 não por termos técnicos a serem debatidos entre músicos, mas por serem músicas que marcaram a sua época de lançamento e que ao mesmo tempo são da fase mais aurea destas bandas que surgiram e lançaram seus primeiros trabalhos nos anos 90.

Nirvana – Territorial Pissings (1991)

Do aclamadíssimo Nevermind tido pela crítica musical como o melhor disco dos anos 90 e que foi o marco de uma geração através do grunge de Seattle, Kurt Cobain e Cia neste disco recriam a forma de tocar punk rock com muito mais peso e acordes em relação ao punk clássico dos anos 70 praticado por Sex Pistols, Ramones, Dead Kennedys e Buzzcocks. Pena que justamente o peso do sucesso e de ser o Messias de uma geração acabou levando Kurt Cobain a constantes overdoses de heroína, até que o mesmo pôs fim em sua vida e na carreira da banda suicidando – se entrando para o rol dos mitos do rock como Jimi Hendrix, Jim Morrison e tantos outros.

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Jonny Lang – Fight for my soul

jn_fightformysoulQuem estiver lendo esta postagem pode estar perguntando a si mesmo? Quem é esse tal de Jonny Lang que nunca ouvi falar na vida?

Jonny Lang é um cantor e guitarrista virtuoso que começou sua carreira aos 14 anos de idade fazendo um disco de cover (Smoking – 1995) de grandes mestres do blues como Gary Moore e Robert Johnson entre outros. No segundo álbum que lançou aos 16 anos de idade (Lie to Me – 1996) tem algumas músicas de autoria própria como as clássicas Lie to Me (petardo rock n’ roll) e Miss your Love (a primeira balada de sucesso de outras tantas que vieram depois) e o magistral blues Darker side. A consagração veio no terceiro álbum (Wonder this World – 1998) com o grande sucesso romântico Breakin ‘ Me e o rockasso Still Rainin, e com outras canções como a inspiradíssima faixa título, Walking Away (outras grande balada) e a maravilhosa versão de Cherry Red Wine do bluesman Luther Alisson.

O quarto álbum (Long Time Coming – 2003) é um disco de rock romântico que tem a participação de Joe Perry (Aerosmith) na guitarra base com os sucessos Give me up Again e Red Light, além de grandes canções como Goodbye Letter, Happiness and Misery (com gaita  harmônica de Stevie Tyler – Aerosmith), Hide to love e Dying to live. Depois de um período conturbado com envolvimento com drogas e posterior recuperação e mudança de crença religiosa Católica para a Igreja Batista, Jonny Lang conhece a fundo a música negra no que concerne a música soul e o funk americano e volta a tona com o quinto álbum (Turn Around – 2006) um álbum de soul music com elementos de rock, blues, jazz e r & b, onde ele deixa de ser apenas um virtuose da guitarra para se tornar um músico completo que explora e navega em variados estilos musicais fundido numa música única, este disco ganhou o Grammy de melhor disco Gospel de 2006, destaque para as canções Turn Around, My Love Remains, Only a Man e Last Goodbye (jazz romântico lindíssimo).

Ao longo de sua carreira, abriu show para lendas do blues como Buddy Guy (inclusive gravou Midnight Train em parceria) B.B King, Blues Traveler, abriu show também para bandas clássicas do rock como Rolling Stones e Aerosmith. Também já tocou com Jeff Beck, Sting e Eric Clapton, ele participa regularmente do projeto Jimi Hendrix Experience onde um conjunto de grandes guitarristas do rock e do blues interpretam clássicos do Jimi Hendrix, também já tocou várias vezes com o Double Trouble, banda do lendário e falecido Stevie Ray Vaughan interpretando suas canções. Além de sua genial técnica musical, sempre impressionou os ouvintes e críticos pelo seu timbre de voz e técnica vocal incomum, pois aos 15 anos já cantava como um bluesman de 50 anos de idade.

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